terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Reunião de Avaliação da I Feira Reciclart – 19/02/2013



A reunião se inicia com a distribuição das tarefas. Priscila pede para que os expositores presentes descrevam em uma palavra ou frase, em tarjetas, a experiência ou impressão da feira que mais os marcou.
As tarjetas – as quais foram escaneadas e compartilhadas via e-mail – continham as seguintes colocações:
  • A felicidade dos espositores[sic] e as risadas durante a feira! Nen[sic] tive vontade de voltar para a aula...
  • O que marcou no meu ver foi a “integração” entre os expositores.
  • Movimento
  • avaliação da feira: Positiva
  • oportunidade de expor os trabalhos e conhecer os trabalhos dos demais expositores.
  • contato com os expositores foi bem positivo.
  • Desespero!!
  • O calor derreteu meus produtos.
  • Que fui bem recebida
  • habilidades reconhecidas e não mais desconhecidas.
  • Um encontro diferente.
  • O contato com AS pessoas, poder proporcionar algo novo para os visitantes. A troca.

Com essas informações, pudemos formar um panorama inicial; Concluímos que os aspectos que mais marcaram foram os de integração, contato, proporcionar algo novo, trocas entre as pessoas, alegria, risadas, movimento.


Em seguida, foi apresentado o vídeo para rememoração da primeira feira, contendo as fotos do evento e algumas frases dos expositores, além dos dados da tabulação e da prestação de contas.

A partir daí, estabeleceu-se uma breve conversa sobre os principais pontos da feira.

Os primeiros comentários que surgiram, bem como a introdução feita pela Profª Priscila, diziam respeito aos problemas com as lonas e a ventilação, os quais estiveram entre as críticas mais prevalentes. Quanto aos pontos positivos, coloca que as barracas foram bem vistas e visitadas. Fica acordado que o ponto-chave para melhorar na próxima edição seria investir na divulgação do evento. Participantes também mencionam, como pontos positivos, a oportunidade de apresentar para o mundo seu trabalho, um local de publicidade, e também as boas vendas que realizaram.

Em um segundo momento, Charles e Suzana explicam a dinâmica das garrafas para a avaliação de como cada uma das expectativas foram cumpridas. Há uma atividade, semelhantemente à uma corrida, com um número de “casas” ou “fases” – 20 – sobre a qual as garrafas devem ser movidas. Cada expositor move a garrafa um número determinado de casas de acordo com a avaliação que fez de cada aspecto da feira. Suzana escreve as pontuações na lousa:

Número de casas andadas
Avaliação
1
Razoável
2
Bom
3
Ótimo
0
Ruim

A princípio, a idéia era que cada pessoa movesse uma garrafa de cada vez. No fim, optou-se por que todos movessem-nas a um só tempo, o que possibilitou maior dinamicidade e troca de idéias, de modo que ao final o número de casas andadas em cada quesito foi bastante semelhante. Os resultados foram os seguintes:

Categoria
Número de casas andadas
Cidadania
19
Colorir a UNIFESP
18
Formação
18
Sucesso
17
Divulgação do trabalho
17
Prazer
15
Troca
15
Conscientização
14
Criatividade
14

Em seguida, foi feita a discussão dos resultados. É perguntado se alguém gostaria de fazer algum comentário, e Valéria começa comentando sobre a falta de estrutura. Relata que teve dificuldades para mover a caixa de isopor contendo seus produtos, e que seus chocolates derreteram. A esse comentário se segue um debate sobre as condições e restrições da feira, que culmina na proposição de possibilidades para a organização e abertura da roda de conversa.

Na roda de conversa, momento final do encontro, são levantados os seguintes pontos e experiências da primeira feira bem como proposições para a próxima feira:
  • Aumento da divulgação, principalmente externa. Este ponto é retomado diversas vezes, evidenciando sua importância.
  • Valéria também menciona a necessidade de definir com clareza o público alvo, e uma demanda maior do expositor.
  • A infraestrutura se coloca como outro ponto chave. Quanto a isso, surge uma proposta de criação de oficinas para planejar melhorias nesta direção.
  • Ampliação do espaço. Às críticas que são feitas, Lia responde que já há a proposta de aumentar o espaço, fazendo a próxima feira no bloco de trás e com 20 barracas. Levanta-se também a possibilidade de uma disposição de “feira” de rua, ou seja, fileira com barracas de ambos os lados.
  • A ocorrência da feira como uma porta de entrada, uma oportunidade de abrir a universidade para trabalhos criativos, bem como para as pessoas de fora que por ventura estejam interessadas.
  • Também é mencionada a necessidade de estimular a articulação com a comunidade acadêmica.
  • Solidariedade entre os expositores, notada por Priscila; A ocorrência de trocas e ajuda mútua entre os expositores, e o sucesso da feira, para além da questão do lucro, como um momento de alegria e promoção de movimento e integração da comunidade acadêmica.
  • Criação de um grêmio para uma melhor organização da feira, e de processos formativos, de modo a ampliar a participação da comunidade – esse ponto é relacionado à tensão inicial com os seguranças privados. Eles, que a princípio ficaram preocupados com a “desordem”, segundo os expositores, acabaram comprando bastantes produtos e colaborando com a feira.
  • Possibilidade de colaborações futuras com o Laboratório de Sensibilidades.
  • Importância de uma máquina de cartão, para o aumento das vendas, considerando que várias pessoas não podiam dispor de dinheiro vivo durante a feira.
  • Oferta de algum atrativo cultural – por exemplo, uma banda – para tocar em edições posteriores.
  • Organização de uma festa de fechamento ao fim da feira, que promova a idéia do “fazer junto”.


Para concluir o encontro, ficaram acordadas as seguintes necessidades imediatas:

  • Preparação do novo edital da feira. Lia menciona o pessoal do NAPS, o grupo de Centro de Referência da Assistência Social na Nova Cintra, como mais interessados. Espera-se preparar o edital em tempo para o dia das mães, ou o dia dos namorados.
  • Criação de um logo para o projeto Reciclart. É discutida a idéia do concurso para criação do logo. Priscila propõe estender esse desafio para os expositores, de modo que o prêmio seria a classificação do expositor para participar da feira, sem a necessidade de passar por processo seletivo.

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