A reunião se inicia com a distribuição das tarefas. Priscila
pede para que os expositores presentes descrevam em uma palavra ou frase, em
tarjetas, a experiência ou impressão da feira que mais os marcou.
As tarjetas – as quais foram escaneadas
e compartilhadas via e-mail – continham as seguintes colocações:
- A felicidade dos espositores[sic] e as risadas durante a feira! Nen[sic] tive vontade de voltar para a aula...
- O que marcou no meu ver foi a “integração” entre os expositores.
- Movimento
- avaliação da feira: Positiva
- oportunidade de expor os trabalhos e conhecer os trabalhos dos demais expositores.
- contato com os expositores foi bem positivo.
- Desespero!!
- O calor derreteu meus produtos.
- Que fui bem recebida
- habilidades reconhecidas e não mais desconhecidas.
- Um encontro diferente.
- O contato com AS pessoas, poder proporcionar algo novo para os visitantes. A troca.
Com essas informações, pudemos
formar um panorama inicial; Concluímos que os aspectos que mais marcaram foram
os de integração, contato, proporcionar algo novo, trocas entre as pessoas,
alegria, risadas, movimento.
Em seguida, foi apresentado o vídeo para rememoração da
primeira feira, contendo as fotos do evento e algumas frases dos expositores,
além dos dados da tabulação e da prestação de contas.
A partir daí, estabeleceu-se uma breve conversa sobre os
principais pontos da feira.
Os primeiros comentários que surgiram, bem como a introdução
feita pela Profª Priscila, diziam respeito aos
problemas com as lonas e a ventilação, os quais estiveram entre as críticas
mais prevalentes. Quanto aos pontos positivos, coloca que as barracas foram bem
vistas e visitadas. Fica acordado que o ponto-chave para melhorar na próxima
edição seria investir na divulgação do evento. Participantes também mencionam, como pontos positivos, a oportunidade de
apresentar para o mundo seu trabalho, um local de publicidade, e também as boas
vendas que realizaram.
Em um segundo momento, Charles e Suzana explicam a dinâmica
das garrafas para a avaliação de como cada uma das expectativas foram
cumpridas. Há uma atividade, semelhantemente à uma corrida,
com um número de “casas” ou “fases” – 20 – sobre a qual as garrafas devem ser
movidas. Cada expositor move a garrafa um número determinado de casas de acordo
com a avaliação que fez de cada aspecto da feira. Suzana escreve as pontuações
na lousa:
|
Número de casas andadas
|
Avaliação
|
|
1
|
Razoável
|
|
2
|
Bom
|
|
3
|
Ótimo
|
|
0
|
Ruim
|
A princípio, a idéia era que cada pessoa movesse uma garrafa
de cada vez. No fim, optou-se por que todos movessem-nas
a um só tempo, o que possibilitou maior dinamicidade e troca de idéias, de modo
que ao final o número de casas andadas em cada quesito foi bastante semelhante.
Os resultados foram os seguintes:
|
Categoria
|
Número de casas andadas
|
|
Cidadania
|
19
|
|
Colorir a UNIFESP
|
18
|
|
Formação
|
18
|
|
Sucesso
|
17
|
|
Divulgação do trabalho
|
17
|
|
Prazer
|
15
|
|
Troca
|
15
|
|
Conscientização
|
14
|
|
Criatividade
|
14
|
Em seguida, foi feita a discussão dos resultados. É
perguntado se alguém gostaria de fazer algum comentário, e Valéria começa
comentando sobre a falta de estrutura. Relata que teve dificuldades para mover
a caixa de isopor contendo seus produtos, e que seus chocolates derreteram. A
esse comentário se segue um debate sobre as condições e restrições da feira,
que culmina na proposição de possibilidades para a organização e abertura da
roda de conversa.
Na roda de conversa, momento final do
encontro, são levantados os seguintes pontos e experiências da primeira
feira bem como proposições para a próxima feira:
- Aumento da divulgação, principalmente externa. Este ponto é retomado diversas vezes, evidenciando sua importância.
- Valéria também menciona a necessidade de definir com clareza o público alvo, e uma demanda maior do expositor.
- A infraestrutura se coloca como outro ponto chave. Quanto a isso, surge uma proposta de criação de oficinas para planejar melhorias nesta direção.
- Ampliação do espaço. Às críticas que são feitas, Lia responde que já há a proposta de aumentar o espaço, fazendo a próxima feira no bloco de trás e com 20 barracas. Levanta-se também a possibilidade de uma disposição de “feira” de rua, ou seja, fileira com barracas de ambos os lados.
- A ocorrência da feira como uma porta de entrada, uma oportunidade de abrir a universidade para trabalhos criativos, bem como para as pessoas de fora que por ventura estejam interessadas.
- Também é mencionada a necessidade de estimular a articulação com a comunidade acadêmica.
- Solidariedade entre os expositores, notada por Priscila; A ocorrência de trocas e ajuda mútua entre os expositores, e o sucesso da feira, para além da questão do lucro, como um momento de alegria e promoção de movimento e integração da comunidade acadêmica.
- Criação de um grêmio para uma melhor organização da feira, e de processos formativos, de modo a ampliar a participação da comunidade – esse ponto é relacionado à tensão inicial com os seguranças privados. Eles, que a princípio ficaram preocupados com a “desordem”, segundo os expositores, acabaram comprando bastantes produtos e colaborando com a feira.
- Possibilidade de colaborações futuras com o Laboratório de Sensibilidades.
- Importância de uma máquina de cartão, para o aumento das vendas, considerando que várias pessoas não podiam dispor de dinheiro vivo durante a feira.
- Oferta de algum atrativo cultural – por exemplo, uma banda – para tocar em edições posteriores.
- Organização de uma festa de fechamento ao fim da feira, que promova a idéia do “fazer junto”.
Para concluir o encontro, ficaram acordadas as seguintes
necessidades imediatas:
- Preparação do novo edital da feira. Lia menciona o pessoal do NAPS, o grupo de Centro de Referência da Assistência Social na Nova Cintra, como mais interessados. Espera-se preparar o edital em tempo para o dia das mães, ou o dia dos namorados.
- Criação de um logo para o projeto Reciclart. É discutida a idéia do concurso para criação do logo. Priscila propõe estender esse desafio para os expositores, de modo que o prêmio seria a classificação do expositor para participar da feira, sem a necessidade de passar por processo seletivo.
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